sábado, 12 de novembro de 2011

Mundos transnacionais: LAMPEDUSA, Itália.

Entre a Europa e a Africa, no Mar Mediterrâneo, fica Lampedusa, ilha italiana mais ao Sul dos limites do país, muito próxima da Líbia e da Tunísia. Entre duas crises, sonhos naufragados, a vida segue acampada. Conheça essa mundo transfronteiriço

A ilha mais ao sul da Itália. É assim que Lampedusa – mais perto da Tunísia do que da Sicília – é conhecida. E a proximidade com o continente africano é o que vem transformado o local na porta de entrada da Europa para milhares de imigrantes, conforme testemunhou o Opera Mundi nessa série especial. Terra de pescadores, Lampedusa era um popular destino de turismo na Itália mas, com o agravamento da crise econômica mundial, se tornou o epicentro de uma outra crise: a humanitária.


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Em 29 de agosto de 2011, um grupo de cerca de 150 tunisianos alojado no CSPA (Centro de Atendimento e Primeiros Socorros) de Lampedusa forçou a cerca que os separava do bairro de Imbriacola e se espalhou pelas ruas da ilha. A maior parte desses homens, todos jovens, se concentrou  no cais de Favarolo, onde iniciou um protesto emocionado. Aos gritos de “Liberdade! Liberdade!” e “Roma!”, a cidade para a qual queriam viajar, eles chamaram a atenção do mundo. Pela primeira vez, não eram mais invisíveis.
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Em 9 semanas, 1.500 migrantes/refugiados não chegaram à ilha de Lampedusa (Itália). “Em base às nossas estimativas, do dia 26 de março (quando o primeiro barco chegou a Lampedusa) até hoje, cerca de 1500 pessoas que partiram da Líbia não chegaram até a outra parte do Mediterrâneo”. A denúncia é de Laura Boldrini, porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) na Itália, que comentou o achado de 150 corpos ao longo da costa da Tunísia. Trata-se de migrantes que estavam a bordo do barco naufragado no dia 02 de junho, durante a travessia para Lampedusa.
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¿Sabían ustedes que algunos agentes de la Guardia di Finanza iban a la caza de tunecinos en Lampedusa con camisetas en las que ponía "G8 2001, YO ESTABA ALLÍ"? ¿Y que entre los policías había algunos que bajo el uniforme llevaban camisetas con un águila negra y la palabra "MERCENARIOS"? Habrá quien diga que son minucias. Sin embargo, en mi opinión, da la medida de adónde hemos llegado. La frontera está fuera de control. No hay ley ni información. La ley se confía a grupos de matones exaltados. Los mismos torturadores responsables de la masacre de Génova, las recurrentes muertes sospechosas en cárceles y en las comisarías (ver Cucchi, Uva, Aldrovandi… [1]), y de las palizas cada vez más frecuentes en los Centros de Identificación y Expulsión (CIE). Todo hay que decirlo: es cierto que en los días de la reconquista de Lampedusa los agentes no fueron los únicos que golpeaban porque con ellos también había operadores de “Lampedusa acoge” dando palos. Los testigos, sin embargo, son pocos. Porque a los periodistas los mantuvieron lejos, los intimidaron e incluso los maltrataron. Total, las imágenes a las redacciones las proporcionaba directamente la policía. Quien va a explicarnos cómo funcionaba la censura en esos días es de nuevo Alessio Genovese, uno de los pocos fotógrafos que se encontraba en la isla y que se quedó junto a los jóvenes tunecinos hasta las violentísimas cargas de la policía. Le hemos pedido que recuerde los hechos. La gravedad de lo sucedido así lo requiere. A continuación, su testimonio.
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Desde meados de fevereiro, a ilha italiana tem acolhido vários milhares de imigrantes vindos da Tunísia, de barco. Com meios limitados, por um tempo deplorável, e sem apoio político, os habitantes tentam controlar a situação. Reportagem num local onde se evoca um estado de guerra.
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Invadida por imigrantes africanos e negligenciada pelo governo italiano, a pequena ilha da Sicília se transforma em um campo de refugiados no meio do mar Mediterrâneo

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