Enquanto o Brasil reservou, silenciosa e harmonicamente, quase R$ 1, 014 TRILHÕES DE REAIS (em quatro anos; R$ 254
bilhões por ano) em seu Plano Plurianual para pagar juros e amortizações
da dívida, acompanha-se a tradicional e farta cobertura de desastres naturais desta época do ano (sim, porque logo teremos as tradicionais do 2o semestre). É tiro e queda: Se não é Minas Gerais é o Rio de Janeiro, senão Santa Catarina
ou lá vem o Pernambuco. As capivaras do Rio Itajaí Açu sabem disso. Assim como
sabemos que o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, disputam entre si as piores
estiagens. São Paulo, também, especialmente a capital.
Enquanto isso... 47% do orçamento
público vão para 20 mil pessoas e alguns banqueiros. Se adicionarmos os R$ 69
bilhões por ano da corrupção (R$ 276 bilhões em 04 anos) tem-se, então, mais da metade da riqueza
nacional indo para menos de 1% da população. Entre Bolsa Banqueiro e corrupção, eu, você e a torcida brasileira, deixamos parte de nossa renda na tigela dourada dos acima mencionados. E tem gente que aponta os impostos como usurpação da nossa renda (Claro! é mais fácil gritar alto com o governo do que com os amados banqueiros)...
Em
tempos de desastres naturais, e nas previsíveis reações do poder público que faz
pouco ou, então, faz de maneira insuficiente para melhorar as estruturas das cidades, os
Estados e Municípios não são exceções: poucos fazem para mitigar aquilo que
sempre virá (virá sim, mas pode-se mitigar). Soma-se, aos pequenos investimentos, toda a idiotice da má gestão pública, feita de profissionais do pior quilate...
Para
piorar o fundo do poço, não existe um Plano Nacional de Defesa Civil ou de Mitigação
de Desastres Naturais. As cidades estão entregues a especulação imobiliária, e
instrumentos democráticos, como o Estatuto da Cidade, são temas de campanha
política, nothing more...
Enquanto
os anônimos 99%, de todos os gêneros, cores, etnias, não se APROPRIAREM da
riqueza (econômica, cultural e ambiental) atualmente SAQUEADA, veremos
repetições e repetições, como se não houvessem saídas... Esta riqueza deve ser repartida, de maneira justa e coerente, entre estados e municípios, e redistribuída na forma de aumentos salariais e recursos para o setor produtivo, além de outros benefícios sociais, como a renda mínima universal. Brasil, 6a potência para quem?
E vejam! Atacar Bolsa Banqueiro e a corrupção é matar dois coelhos num só golpe: é exercer, radicalizar a democracia, participando da esfera pública e ampliar a qualidade de vida de tod@s nós!
E vejam! Atacar Bolsa Banqueiro e a corrupção é matar dois coelhos num só golpe: é exercer, radicalizar a democracia, participando da esfera pública e ampliar a qualidade de vida de tod@s nós!



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