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| ALTERNATIVAS | ||
Plataformas de crowdfunding, começaram a se espalhar pelo Brasil desde o início deste ano. A ideia nada mais é do que a reinvenção contemporânea da famosa vaquinha, só que desta vez baseada na internet e destinada a bancar projetos culturais indepentes
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| por Lucas Pretti | ||
Dinheiro é sempre o problema dos produtores culturais, seres estranhos estes – afinal, quem mais sente prazer ao tentar o equilíbrio (talvez) impossível entre manifestação artística genuína e viabilidade comercial? Até pouco tempo, havia no Brasil três saídas para o problema “quem banca a minha arte?”, todas com algum nível de contradição: ficar atento aos editais públicos (migalhas do orçamento distribuídas a alguns poucos felizardos); convencer empresas a reverter parte de seus impostos via leis de incentivo fiscal (e submeter o projeto aos interesses da marca); ou “empreender” (o que, em muitos casos, significa “vender cerveja no bar do teatro para produzir a peça”). Tudo muito duro e absolutamente ligado à sorte de ser escolhido por comissões duvidosas, ter amigos ou parentes influentes nos departamentos de marketing ou atrair alguns bacanas para comprar a cerveja salvadora.
Mas eis que veio a internet, tempos estranhos estes – afinal, quando mais houve tanta semelhança entre questionar e pertencer ao sistema? Ter uma ideia relevante, conseguir espalhá-la pelos nichos de interessados no assunto e falar, falar, falar, foi a possibilidade que a sociedade em rede proporcionou aos produtores culturais. A febre recente no Brasil dos sites de crowdfunding mostra que o futuro e a garantia das produções brasileiras independentes (talvez) estejam exatamente na comunicação entre pessoas em rede.
termine a reflexão na Página do Diplo Brasil.
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sábado, 24 de dezembro de 2011
Financiamento cultural sem comprometer a autonomia
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Agrotóxicos no Brasil: um país campeão
Uma leitura importante, no Le Monde Diplomatique Brasil. O artigo chama atenção para o fato de que o Brasil é hoje o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, inclusive com a presença de agrotóxicos proibidos. A contaminação afeta homens, mulheres, de todas as faixas etárias, com especial destaque aos trabalhadores rurais. Além de danos para a saúde, impactos no solo e no ecossistema. Situação que foi legitimada através de políticas públicas promovidas pelo poder público, que incentivaram o seu uso, generalizando a prática em todos os estado brasileiras. A matéria é de Lia Giraldo Pesquisadora do Departamento de Saúde Coletiva do laboratório Saúde, Ambiente e Trabalho, Fiocruz Pernambuco.
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SAÚDE E MEIO AMBIENTE | ||
Um país infestado por agrotóxicos | ||
O Brasil é hoje o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, como consequência de uma política que vem sendo construída desde meados da década de 1970 e que se intensifica pelo modelo agrícola monocultor extensivo e concentrador de terras | ||
por Lia Giraldo |
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