terça-feira, 5 de julho de 2011

10 RAZÕES PARA A IMPLANTAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO ITAJAÍ


FONTE: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,181,3376318,17466

1 - SC tem só duas universidades federais No Brasil há 59 universidades federais, em Santa Catarina só há duas: a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com sede em Florianópolis, e a Universidade da Fronteira Sul (UFFS), com sede em Chapecó e que atende aos três estados da região Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná)
 2 - 1,5 milhão sem Ensino Superior gratuito Esta lacuna de universidade federal deixa 53 municípios, da mesorregião do Vale do Itajaí, sem campus de Ensino Superior federal gratuito. Na região vivem cerca de 1,5 milhão de pessoas (dados IBGE/2010). Todas desassistidas de campus de universidade federal. Há apenas polos de educação a distância
3 - Representatividade econômica O Vale do Itajaí é responsável por 26% do Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina. Possui cerca de 400 mil trabalhadores empregados, o que corresponde a 27% dos empregos de todo o Estado, segundo IBGE
4 - Injeção anual de R$ 150 milhões na economia A economia do Vale do Itajaí teria uma injeção anual de cerca de R$ 150 milhões. Este é o valor oriundo das mensalidades pagas pelos atuais alunos da Furb. Com a universidade federal gratuita, este valor poderia ser revertido para outras áreas, como lazer e moradia
5 - Atração de novas empresas Regiões que têm universidades federais apresentam grande índice de desenvolvimento tecnológico por meio de instalação de novas empresas em parceria com a universidade. Florianópolis, por exemplo, tornou-se um polo tecnológico graças à instalação da UFSC. No Vale do Itajaí, poderiam ser desenvolvidas parcerias nas áreas consideradas bases da economia, como metal mecânica e têxtil, por exemplo
6 - Parcerias para o desenvolvimento da região Com a universidade pública federal, é possível fortalecer a qualificação dos professores principalmente no setor de pesquisa e extensão, essenciais na produção de conhecimento que permitam maior autonomia da região na definição de estratégias de desenvolvimento científico e tecnológico
7 - Incorporação do patrimônio físico da Furb Um dos principais argumentos do Ministério da Educação (MEC) para inviabilizar a criação de novas universidades são os custos para construção de prédios. A Universidade Federal do Vale do Itajaí (UFVI) não começaria do zero. Vai incorporar o patrimônio físico da Furb. São 410 laboratórios e 220 salas de aula, além de editora, rádio e televisão, complexo esportivo e programas de extensão, clínicas de saúde integradas à rede municipal, distribuídas em quatro campi
8 - Incorporação dos cursos oferecidos A UFVI vai incorporar todos os cursos oferecidos pela Furb. São 40 de graduação, 10 mestrados, um doutorado e mais de 70 cursos de especialização, presenciais e a distância
9 - Incorporação dos professores e alunos O segundo argumento dado pelo MEC são os custos para contratação de professores. Pela proposta, a UFVI vai incorporar todo o quadro de professores, formado por 1.418 servidores, sendo 842 docentes e 576 técnicos administrativos. Quanto aos alunos, são mais de 16 mil alunos, na graduação, ensino médio, especialização, mestrados, doutorado, Furb Idiomas e na Escola de Educação Continuada. Em 47 anos de existência, a Furb já formou cerca de 40 mil profissionais
10 - Custo de um aluno da Furb é pequeno Estudos encomendados pela Furb ao professor Nelson Cardoso Amaral, ex-reitor da Universidade Federal de Goiás, mostrou que o custo anual de um aluno da Furb é, em média, metade do custo de um aluno de uma universidade federal do porte da Furb. São R$ 6 mil contra R$ 11 mil, respectivamente. Este é um dos estudos que vão comprovar a viabilidade econômica da incorporação da Furb à UFVI Fonte: Comitê Pró-federalização

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