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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

EDUCAÇÃO PARA O ECODESENVOLVIMENTO


Mesa Redonda com Prof. Dr. Paulo Freire Vieira

Tema: "Educação para o Ecodesenvolvimento: aportes teórico- metodológicos e experiências empíricas”

Local: Sala R – 301
Data: 02 de dezembro – sexta-feira
Horário: 10:00 às 12:30 horas

Apresentadores:
Prof. Dr. Paulo H. Freire Vieira (UFSC/NMD/APED)
A Experiência de educação para o ecodesenvolvimento da Zona Costeira Catarinense

Prof. Dr. Carlos Alberto Cioce Sampaio (FURB/NPP)
ProfCristiane Mansur de M. S. (FURB/PPGDR)
Mestrando Edinan Cardoso Dourado (FURB/PPGDR)
A experiência de educação para o ecodesenvolvimento em Rio Sagrado (PR) 2009-2011

Prof. Dr. Ivo Marcos Theis (FURB/NPDR)
"Educação para o Ecodesenvolvimento: a perspectiva do desenvolvimento geográfico desigual"

Debatedor: Prof. Dr. Paulo H. Freire Vieira (UFSC/NMD/APED)

Organização: Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional (FURB)                                                                                     

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Dinâmica Inovativa e Interação Universidade-Empresa: A Teoria e a Realidade no Brasil


2º Seminário
DIÁLOGOS SOBRE INOVAÇÃO

Dinâmica Inovativa e Interação Universidade-Empresa: 
A Teoria e a Realidade no Brasil

Anunciamos o 2º Seminário Diálogos sobre Inovação - Dinâmica Inovativa e Interação Universidade-Empresa: A Teoria e a Realidade no Brasil, com o Prof. Dr. Silvio Antônio Ferraz Cário (UFSC). O objetivo é dar continuidade ao ciclo de eventos sobre a temática da inovação, subsidiando a discussão para a construção da Política de Inovação da FURB.
A abordagem do Prof. Dr. Silvio Antônio Ferraz Cário será a partir da teoria neo-schumpeteriana em seu tratamento sobre o Sistema Nacional de Inovação, trazendo resultados de survey sobre a interação universidade-empresa em nosso país.
O convite novamente é aberto a todos os setores da Universidade, bem como a entidades externas que tenham interesse no tema inovação, nos seus mais diversos significados e áreas de aplicação.

Anote na sua agenda!
Reserve o dia 7 de outubro para um Diálogo sobre Inovação!
Local: Auditório do Bloco J

Informações: nit@furb.br 
VAGAS LIMITADAS!


Início
Atividade


16h00

· Abertura.
· Palestra com Prof. Dr. Silvio Antônio Ferraz Cário*(UFSC).
· Debate com participação da platéia

* O Prof. Dr. Silvio Antônio Ferraz Cário possui graduação em Ciências Econômicaspela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1975), mestrado em Ciências Sociaispela Universidade Federal de Santa Catarina (1991), mestrado em Economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1979) e doutorado em Ciências Econômicaspela Universidade Estadual de Campinas (1997). Atualmente é professor associado II da Universidade Federal de Santa Catarina. Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Organização Industrial, Estudos Industriais e Economia da Inovação, atuando principalmente nos seguintes temas: capacitação tecnológica, organização da produção, estruturas industriais e competitividade.

terça-feira, 5 de julho de 2011

10 RAZÕES PARA A IMPLANTAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO ITAJAÍ


FONTE: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,181,3376318,17466

1 - SC tem só duas universidades federais No Brasil há 59 universidades federais, em Santa Catarina só há duas: a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com sede em Florianópolis, e a Universidade da Fronteira Sul (UFFS), com sede em Chapecó e que atende aos três estados da região Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná)
 2 - 1,5 milhão sem Ensino Superior gratuito Esta lacuna de universidade federal deixa 53 municípios, da mesorregião do Vale do Itajaí, sem campus de Ensino Superior federal gratuito. Na região vivem cerca de 1,5 milhão de pessoas (dados IBGE/2010). Todas desassistidas de campus de universidade federal. Há apenas polos de educação a distância
3 - Representatividade econômica O Vale do Itajaí é responsável por 26% do Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina. Possui cerca de 400 mil trabalhadores empregados, o que corresponde a 27% dos empregos de todo o Estado, segundo IBGE
4 - Injeção anual de R$ 150 milhões na economia A economia do Vale do Itajaí teria uma injeção anual de cerca de R$ 150 milhões. Este é o valor oriundo das mensalidades pagas pelos atuais alunos da Furb. Com a universidade federal gratuita, este valor poderia ser revertido para outras áreas, como lazer e moradia
5 - Atração de novas empresas Regiões que têm universidades federais apresentam grande índice de desenvolvimento tecnológico por meio de instalação de novas empresas em parceria com a universidade. Florianópolis, por exemplo, tornou-se um polo tecnológico graças à instalação da UFSC. No Vale do Itajaí, poderiam ser desenvolvidas parcerias nas áreas consideradas bases da economia, como metal mecânica e têxtil, por exemplo
6 - Parcerias para o desenvolvimento da região Com a universidade pública federal, é possível fortalecer a qualificação dos professores principalmente no setor de pesquisa e extensão, essenciais na produção de conhecimento que permitam maior autonomia da região na definição de estratégias de desenvolvimento científico e tecnológico
7 - Incorporação do patrimônio físico da Furb Um dos principais argumentos do Ministério da Educação (MEC) para inviabilizar a criação de novas universidades são os custos para construção de prédios. A Universidade Federal do Vale do Itajaí (UFVI) não começaria do zero. Vai incorporar o patrimônio físico da Furb. São 410 laboratórios e 220 salas de aula, além de editora, rádio e televisão, complexo esportivo e programas de extensão, clínicas de saúde integradas à rede municipal, distribuídas em quatro campi
8 - Incorporação dos cursos oferecidos A UFVI vai incorporar todos os cursos oferecidos pela Furb. São 40 de graduação, 10 mestrados, um doutorado e mais de 70 cursos de especialização, presenciais e a distância
9 - Incorporação dos professores e alunos O segundo argumento dado pelo MEC são os custos para contratação de professores. Pela proposta, a UFVI vai incorporar todo o quadro de professores, formado por 1.418 servidores, sendo 842 docentes e 576 técnicos administrativos. Quanto aos alunos, são mais de 16 mil alunos, na graduação, ensino médio, especialização, mestrados, doutorado, Furb Idiomas e na Escola de Educação Continuada. Em 47 anos de existência, a Furb já formou cerca de 40 mil profissionais
10 - Custo de um aluno da Furb é pequeno Estudos encomendados pela Furb ao professor Nelson Cardoso Amaral, ex-reitor da Universidade Federal de Goiás, mostrou que o custo anual de um aluno da Furb é, em média, metade do custo de um aluno de uma universidade federal do porte da Furb. São R$ 6 mil contra R$ 11 mil, respectivamente. Este é um dos estudos que vão comprovar a viabilidade econômica da incorporação da Furb à UFVI Fonte: Comitê Pró-federalização

domingo, 22 de maio de 2011

Jornal Expressão Universitária

Edição de maio do Jornal Expressão Universitária. Esta e outras edições podem ser encontradas na página do sindicato: http://www.sinsepes.org.br/



terça-feira, 28 de setembro de 2010

Debate sobre Política Cultural e a FURB

Aconteceu no dia 28/09, no auditório da Biblioteca Central, na UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU - FURB, debate sobre Políticas Culturais e a Universidade. A mesa contou com a participação de Viegas da Costa, historiador e poeta, e o professor Carlos da Silva. O encontro contou com a participação do reitor eleito, João Natel.

Como instigação, Viegas abriu as falas apontando algumas demandas levantadas pela 4ª Conferência Municipal de Cultura de Blumenau, que esboçam reivindicações da comunidade de artistas e produtores locais. Viegas lembrou que a Universidade não possui uma política cultural.

O professor Carlos apontou o caráter de transgressão e de rompimento de fronteiras que estão presentes nas dinâmicas culturais. Para o professor, e com a concordância de muitos, a FURB fechou-se para a comunidade.

Em seguida, o reitor eleito aproveitou para anunciar que vai propor na primeira reunião do colegiado da FURB a recriação da Pró-Reitoria de Relações Comunitárias e Cultura.

Algumas considerações apontadas pelos presentes foram recorrentes (podendo ser o princípio de um movimento para a formulação e a implementação de uma política cultural ativa):

1) Ficou claro que a FURB não possui uma Política Cultural organizada. É urgente começar a pensar participativamente a política cultural e os instrumentos de ação;

2) Que não basta ter um órgão responsável por coordenar e articular uma política cultural. É preciso, também, recursos humanos qualificados, com dedicação exclusiva e recursos financeiros para financiamento das ações culturais;

3) Que a FURB precisa buscar mais recursos externos, junto ao Governo Federal, Governo Estadual e empresas privadas, potencializando suas ações;

4) A Universidade precisa investir na qualificação dos públicos fruidores de cultura, através da reflexão, da pesquisa e da crítica acerca da produção artística local e regional;

5) A Universidade não possuí iniciativas de articulação dos cursos e áreas ligadas a Economia Criativa como Moda, Designe, Arquitetura, Publicidade e Propaganda, História, Letras, Artes e Ciências Sociais.

6) Que a Política Cultural da FURB deve contemplar, também, ações junto ao sistema de produção cultural, a saber: a produção, distribuição e consumo.

7)Também são necessários espaços adequados para a promoção artística, como salas de exposição e um teatro;

8) Que falta avançar na criação de editais públicos de chamamento de artistas e aprimorar a função curadoria.

O jeito é avançar. A cidade e a região ganham em qualidade de vida. As pessoas, com a livre expressão e criatividade potencializada. E a Universidade por assumir sua posição de agente central nas dinâmicas regionais do nosso desenvolvimento.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Memória da literatura catarinense

Do blogue umescambau.blogspot.com

"Desde que criamos, em 2008, o site Sarau Eletrônico, mantido pela Biblioteca Universitária da FURB, realizamos uma série de entrevistas com escritores e intelectuais relacionados aso estado de Santa Catarina. São entrevistas longas, detalhadas, que tratam da vida e da obra do entrevistado. Nosso objetivo é constituir um acervo documental que possa servir de referência para todos aqueles que desejarem conhecer a história intelectual catarinense.

Abaixo segue a relação das entrevistas realizadas até o momento. Para acessá-la, basta clicar sobre o título".












Jornal Expressão Universitária

Já está disponível a edição de setembro do Jornal Expressão Universitária do SINSEPES.

Principais temas desta edição:

- O segundo turno das eleições da FURB

- A situação das famílias que seguem nos abrigos desde o desastre de novembro de 2008

- Congresso Nacional de Jornalistas

- Sindicato no Oeste do Estado realiza primeiras eleições em duas décadas

-E mais

Você pode acessar esta e outras edições na página da internet do sindicato:

http://www.sinsepes.org.br/