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sexta-feira, 8 de julho de 2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

noite fria, mas multicultural

Apesar de "Dona Marlene" ter escapado pela tangente, auxiliada por seus assessores, 12 pessoas participaram de um protesto silencioso e simbólico nesta última noite multicultural organizada pela Fundação, ocorrida em 07/07. 
Foto de Jaime Batista da Silva
 A intenção foi relembrar o autoritarismo da atual gestão municipal, prefeito (surdo e mudo politicamente) e da presidente. No último mês veio a tona a informação de que ex-conselheira de Cultura, Aline Assunpção, foi processada por Marlene, que enquadrou Aline por crime de desacato, esse resquício da ditadura. Além disso, o grupo defende a discussão de políticas públicas para a cultura como uma política municipal de desenvolvimento, social e individual. Coisas que andam a faltar e desabar em Blumenau. (para estar contextualizado(a) leia AQUI e AQUI).
Foto de Jaime Batista da Silva

O Jaime, jornalista independente, esteve por lá e registrou o protesto. O blogue pode ser apreciado AQUI.


Foto de Jaime Batista da Silva


segunda-feira, 20 de junho de 2011

Presidente da Fundação Cultural de Blumenau processa ex-conselheira por desacato. Pode?

Breve retrospectiva


Cabe, diante dos movimentos atuais, apontar cronologicamente a ordem dos fatos, e centralizar as informações que saíram na mídias. Tudo isso diz respeito, neste momento, ao fato de a Presidente da Fundação Cultural de Blumenau, após reunião com a classe cultural em abril de 2010, ter movido uma ação judicial na qual acusa a ex-conselheira de cultura de Blumenau, Aline Assumpção, de crime de desacato. Isso mesmo, esse tipo de crime muito comum em épocas de ditadura.


Mas não se pode perder de vista que isto é apenas a ponta do Iceberg "Titanic". Marlene é o resultado de um governo que distribui cargos a partidos políticos sem critérios técnicos, só na base da politicagem. O governo João Paulo Kleinubing aprofundou a omissão do governo na área, desmontando instituições e se ausentando de formular políticas públicas, essa coisa tão bonitamente republicana. 


Então...
1) Carta aberta da Conselheira Aline Assumpção trazendo o caso a público - AQUI
2) Carta aberta do Conselheiro municipal de cultura Márcio Cubiak, esclarecendo os motivos de sua saída do conselho - AQUI.
3) Textos de artistas e produtores culturais de Blumenau em apoio a ex-conselheiro Aline: Gregory Haertel (Dramaturgo, AQUI); Cleiton Rocha (ator e pesquisador de teatro, AQUI); Rafael Koehler (ator e pesquisador, AQUI); Rodrigo Ramos (professor universitário, jornalista e produtor cultural, AQUI); Ricardo Machado (professor universitário, historiador e produtor cultural, AQUI), Conferência Municipal de Cultura - Etapas setoriais (AQUI).


4) Terça-feira, 21/06, o Jornal de Santa Catarina traz ampla cobertura sobre o fato, com:
4.1 - Coluna do Maicon Tenfen - AQUI;
4.2 - Matéria jornalística assinada por Ruca Souza: "Vazio Cultural", sendo capa do Caderno Lazer; Artistas "Também entram em Atrito" e "Gervásio Luz mantém opinião" (ex-presidente do conselho editorial da Editora Cultura em Movimento).


5)Quarta-feira 22/05- Seção Artigo do Jornal de Santa - Viegas da Costa -Bancarrota Cultural AQUI 
Como grande pano de fundo, cabe leituras de:
A IMPORTÂNCIA DO PROIBIDO - Marco Antonio Mattedi - AQUI 
DISCUSSÃO SOBRE FINANCIAMENTO A CULTURA  - AQUI
DISCUSSÃO SOBRE FINANCIAMENTO A CULTURA - AQUI 
CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA - AQUI
SOBRE FUNDAÇÃO CULTURAL E POLÍTICAS PÚBLICAS - AQUI, AQUI, AQUI
AMPLIAÇÃO DO PRÉDIO DA FUNDAÇÃO - AQUI 


Enfim, se assunte a respeito do tema. Blumenau autoritária mostrando-se na cultura.

quarta-feira, 30 de março de 2011

mundo circular?

E A FUNDAÇÃO CULTURAL DE BLUMENAU, hein? Ainda com essa história de cobrar de artistas e produtores culturais que procuram um espaço para desenvolver suas atividades. Aquilo, de público, não tem nada.  FUNDAÇÃO CULTURAL DE BLUMENAU transformou-se em espaço privado de partidos políticos da direita. Falta de respeito com os profissionais concursados e com TODA a população blumenauense, que perde oportunidades porque o ÚNICO ESPAÇO PÚBLICO de cultura, com capacidade de receber eventos como espetáculos é tão caro quanto o espaço privado do Teatro Carlos Gomes.

R$ 50 a hora por uso da Fundação Cultural? Estou com um grupo teatral de outra cidade, pensando em produzi-los, mas como? Faz o cálculo de quanto custa um dia naquele espaço que chove dentro.

o mundo é mesmo circular.....gira gira e pára sempre no mesmo lugar? Lembro de que ano passado estive numa reunião com a despresidente Marlene. Basta gratuidade apenas para atividades/projetos cujos recursos foram aprovados via Fundo Municipal de Cultura? Pois esse é o critério para ter isenção. Aqueles que não tem esse benefício, perdem em dobro.

VERGONHA!!